segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Ministração do bipo Cleristom Mota

    Palavra. Ministrada pelo bispo
                 Clériston Mota
  • Nesta noite quero convidar você a conhecer uma revelação que o Eterno nos concedeu.
    É preciso que sua atenção esteja voltada para o que iremos falar.                  

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      Vamos ler a bíblia sagrada                                                                                                                                                                                                                                                                         
  • E se colocou atrás de Jesus, a seus pés. Chorando, começou a molhar-lhe os pés com suas lágrimas. Depois os enxugou com os cabelos(Lucas 7:38)

    Uma lição de amor

    A mulher tomou aquele vaso precioso e o derramou aos pés de Jesus.

    Adoração é demonstrar a Jesus o grande valor que ele tem em nossa vida.

    Ela pegou o perfume caro e colocou-o nos pés de Jesus.

    Quebrantamento, arrependimento, perdão, liberdade, amor, adoração, sempre levam para um nível mais profundo de quebrantamento.

    Essa mulher descobriu o que muitos de nós hoje perdemos, que é reconhecer que adoração acontece aos pés de Jesus.
    Estamos mais interessados em compartilhar o trono do que em curvar-nos na sua presença.

    Essa mulher foi arrebatada para uma experiência celestial com Jesus.

    Os outros estavam sentados, julgando, criticando e condenando-a, enquanto a mulher adorava.
    Muitas pessoas hoje reconhecem que não tem mais a mesma sensibilidade para Deus que já tiveram anteriormente.
    Estamos mais conscientes do que os outros pensam do que o que Deus pensa.

    2
    Em muitas igrejas já não tem o avivamento porque as lágrimas secaram

    Nas equipes ministeriais
    Nas células
    Na equipe de louvor

    As lágrimas representam o derramar da alma.
    Pode-se dizer que “lágrimas são orações líquidas”.
    Lágrimas são amor sem palavras.

    Não importa em que país estiver, ou em que cultura,
    Ás lágrimas sempre dizem a mesma coisa.
    São eloqüentes. Comunicam quando a fala não é capaz de fazê-lo, e mostram que o coração está envolvido.

    O pregador vai ao púlpito com uma mensagem polida; seus gestos, sua homilética, e sua hermenêutica estão perfeitos, mas o sermão está mais seco que farinha.
    Depois, de repente, sua voz falha e lágrimas começam a rolar pelas faces. Imediatamente o sonolento acorda, é despertado do sono, pois percebe que o coração do pregador está envolvido.
    As pessoas sabem, ao ver as lágrimas nos olhos, que estão encontrando algo verdadeiro.
    Se nossos olhos estão secos, é porque nosso coração está há muito já está vazio.

    Não creio que a igreja terá uma mensagem ao coração do mundo enquanto o Senhor não conquistar o coração da igreja.

    Quando o Senhor possuir o coração da igreja, dará para ver a genuinidade disso através de lágrimas saídas do coração.
    Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. (João 7.38)
    Eu pensava que isso fosse algo verbal, que representasse a pregação da palavra, e ainda creio que a inclua.
    Mas se você seguir a expressão “rios de águas” pelas Escrituras, descobrirá que na maioria das vezes se refere a rios de águas que saem dos olhos.
    Assim o salmista diz em (Salmo 119.136): “Torrentes de água nascem dos meus olhos, porque os homens não guardam a tua lei”. Jeremias diz:: “Provera a Deus a minha cabeça se tornasse em águas, e os meus olhos, em fonte de lágrimas! Então, choraria de dia e de noite os mortos da filha do meu povo” (Jr 9:1). Todo o livro de Lamentações é sobre as lágrimas que as pessoas deviam derramar, e o choro que deviam expressar, por causa das crianças e do cativeiro do povo.
    Não posso chorar por outros se tudo que ocupa minha mente é a preocupação com minha própria bênção, minha própria prosperidade, meu próprio ministério, e como Deus pode me usar.

    O velho homem não consegue manejar como arma o tipo de oração que estamos descrevendo, que é poderosa em Deus para destruir fortalezas.

    Só Deus nos pode dar essa capacidade. O velho homem pode imitá-la, mas nunca pode realmente exercê-la. Só pode imitar e fazer o barulho de “símbolo que retine”.
    No cativeiro, nosso espírito está preso, e não estamos livres para entrar na emoção da oração, no clamor de coração em favor das coisas que Deus nos mostra como seus alvos.

    O monstro do egoísmo, que está em mim e em você, precisa ser enfrentado e expulso.

    Lágrimas quentes não saem de corações frios.

    Um coração frio é um coração em cativeiro, um coração que não pode entrar nesta esfera.

    Quando o Senhor restaura o cativeiro de Sião, então vemos Deus abrindo os céus, derramando torrentes de chuvas, e enchendo os leitos secos novamente.

    “Derramai perante ele o vosso coração” (Sl. 62.8). Durante três séculos a Igreja soube usar esse ungido recurso liberado pelo próprio Deus.
    Quem pode compartilhar a Palavra da Cruz sem lágrimas, se realmente a compreende?

    Quem pode olhar para as almas perdidas e para aquilo que acontece por toda parte hoje, sem lágrimas?

    Quem pode conhecer o coração de Deus sem lágrimas?
    A situação que vemos hoje demanda uma contribuição de lágrimas.

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    Ministrando ao Senhor com Lágrimas
    Paulo não só semeou a Palavra de Deus com lágrimas, mas serviu ao Senhor com lágrimas (At 20.19). O que isto significa?
    “Servir ao Senhor com lágrimas” significa, eu creio, isto fala de estar envolvido emoções corpo e espírito no que se está fazendo.

    Corações derramados
    Gemendo.
    Esta é uma dimensão de oração, um clamor de coração para avivamento.

    Devemos ir além da nossa posição atual na oração, devemos esperar nele até que nossos corações se quebrantem, até que sejamos conduzidos a uma nova dimensão.

    Nossas orações terão uma dimensão cósmica e veremos coisas surpreendentes acontecer.


    A Sensibilidade nas Lágrimas

    É um estado de enfraquecimento, uma carga no coração, uma atitude de “Não mais eu, mas Cristo em mim” na oração.

    Conhecemos algo sobre “Não mais eu, mas Cristo em mim” quando se aplica ao nosso viver diário.
    Mas quando foi a última vez que o aplicou à sua vida de oração?

    Examine a história e verá que foi nos grandes momentos de avivamento, quando lágrimas e quebrantamento vieram para a igreja, que Deus rasgou os céus e desceu. Foi quando rasgaram seus corações e choraram diante dele.
    Isso é muito além de chorar por arrependimento ou por alegria diante do Senhor.
    É entrar na comunhão do seu sofrimento, é relacionar-se com o Espírito Santo, é orar com o Espírito.
    É colocar a mim mesmo e as minhas faculdades à disposição do Espírito Santo.
    Torno-me como leito de rio e Deus derrama o seu Espírito.
    De repente, através dessa pessoa seca e vazia passa um fluir torrencial da sua Presença.
    Começamos a ver com seus olhos e a sentir com seu coração, a ansiar com seus desejos e a respirar com seu sopro.

    Isso nunca pode ser produzido pelo homem. É trabalhado em nós pelo próprio Deus. Esse é o dom de lágrimas.

    O Espírito Santo toma conta do coração e da mente, e logo se torna realidade que “não mais eu, mas Cristo” age em nós pela oração.
    Isso não é nada natural. Este tipo de oração nunca acontecerá, a menos que os nossos corações sejam limpos, e a menos que o nosso cativeiro tenha sido restaurado.
    Temos que estar diante dele como sacrifício vivo, lhe apresentando nossos corpos, nos dispondo como leitos de rio, para que ele ore através de nós.
    Nosso clamor é: “Senhor, usa-me e ora através de mim, até alcançar o alvo”. Este tipo de oração vai mudar o mundo! É algo de dimensão cósmica, e de efeitos espantosos.

    É Cristo orando em nós. Há um tremendo mistério e uma grandiosa majestade nisso.
    Que ministério nós temos!.
    Amem vamos buscar a presença de Deus ele quer atuar em nós e através de nós. Fiquem de pé e oremos juntos. Nos arrependendo pela frieza em que temos vivido tardando o avivamento.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Caim e Abel

















Neste vídeo vamos aprender sobre Caim e Abel, uma história como você nunca viu.